PIE – PRONTUÁRIO TÉCNICO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – NR.10

Prontuário das Instalações Elétricas – NR10 tem como objetivo garantir a segurança das empresas e de seus trabalhadores, atestando conforme as normas regulamentadoras e técnicas as conformidades e inconformidades encontradas durante os procedimentos de análise e inspeção das instalações elétricas.

Como será elaborado o trabalho?

1. Elaboração do Prontuário da NR 10 (Prontuário das Instalações Elétricas)
2. Elaboração do Laudo das Instalações Elétricas;
3. Elaboração de Diagrama Unifilar quando for o caso;
4. Elaboração do Esquema Unifilar quando for o caso;
5. Junção dos documentos fornecidos pela Contratante;
6. Montagem do Prontuário NR 10 (Gestão da NR 10).

Validade: 1 ano.

RTCP – RELATÓRIO TÉCNICO DE CABINE PRIMÁRIA – COM MANUTENÇÃO.

O objetivo do Relatório técnico de Cabine Primária é atestar a correspondência do equipamento com a NR-10, que prevê parâmetros de segurança para as instalações elétricas prezando pela segurança de todos os envolvidos nas atividades ocupacionais exercidas no ambiente avaliado que dependem da cabine primária, e se necessário efetuamos manutenção corretiva.

Como será elaborado o trabalho?

Checagem dos Sistemas de segurança;
Projeto de instalação da Cabine primária;
Verificação do Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;
Adequação às recomendações do fabricante;
Documentação referente ao equipamento;
Histórico de laudos de conformidade;
Validade das vistorias, laudos, prontuários;
Especificações da Concessionária local;
Documentação necessária para a concessionária;
Procedimentos Ocupacionais;
Segurança nas atividades exercidas com eletricidade;
Aptidão dos profissionais designados pela operação e manutenção;
Histórico de manutenções realizadas;
Conformidade das manutenções;
Checagem dos itens de segurança;
Terminações e emendas;
Emenda enfaixada;
Sinalização;
Cabo de terminação de porcelana;
Equipamentos eletromecânicos;
Disposição dos equipamentos;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Registro de Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas.

Validade: 1 ano.

RTVSP – RELATÓRIO TÉCNICO DE VASOS SOB PRESSÃO – COMPRESSORES – NR.13

O Laudo de inspeção técnica visa atestar a condição operacional do equipamento, atestar projetos de instalação, abertura do livro do equipamento em páginas numeradas, verificar placas de identificação do equipamento, cálculo de PMTA ( pressão máxima de trabalho admissível), o laudo de compressor deve obrigatoriamente ser realizado por PLH – Profissional Legalmente Habilitado.

Como o trabalho será realizado?

Inspeção Técnica por  Ultrassom:
Teste Ultrassom (medição de espessura);Método não destrutivo de detecção de defeitos ou descontinuidades internas, presentes nos materiais ferrosos ou não ferrosos.
Obs: Se a inspeção técnica por ultrassom for desfavorável não há necessidade de fazer Inspeção Técnica por Teste Hidrostático.

Inspeção Técnica por Teste Hidrostático:
Realizado em equipamentos fora de serviço, através de pressurização com água;
O compressor é elemento básico de sistema pneumático, sendo necessário inspeção após a instalação  mesmo que no compressor tenha uma etiqueta adesiva  indicando “Teste Hidrostático conforme NR 13”  também deve ser realizadas  inspeções de periodicidade anual conforme Norma ABNT 10143:2013 e Norma Regulamentadora NR 13 do M.T.E.
Efetuando as inspeções o empregador atende as legislações, evitando autuações por parte dos órgãos fiscalizadores, e protegendo os colaboradores e o patrimônio da empresa.
Todo vaso compressor ou cilindro , que é submetido a variações de pressão repetidas vezes, durante um espaço curto de tempo, corre o risco de fadigar o material do vaso.
Laudo de Compressor por ultrassom ou teste hidrostático: :
A inspeção de segurança periódica, constituída por exames externo e interno, deve obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos a seguir:

Para estabelecimentos que não possuam SPIE, conforme citado no Anexo II:
Categoria do Vaso Exame Externo Exame Interno
Categoria I    1 ano 3 anos
Categoria II   2 anos 4 anos
Categoria III  3 anos 6 anos
Categoria IV  4 anos 8 anos
Categoria V   5 anos 10 anos

Para estabelecimentos que possuam SPIE, conforme citado no Anexo II, consideradas as tolerâncias nele previstas:
Categoria do Vaso Exame Externo Exame Interno
Categoria I    3 anos 6 anos
Categoria II   4 anos 8 anos
Categoria III  5 anos 10 anos
Categoria IV  6 anos 12 anos
Categoria V   7 anos a critério do PH – Profissional Habilitado.

Validade: 1 ano para ultrassom e calibrações.

RTEA – RELATÓRIO TÉCNICO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS – CETESB – ISO

O objetivo do Relatório de Análise de Emissões Atmosféricas é verificar os níveis de emissão de poluentes na atmosfera, bem como a conformidade com os limites de tolerância estabelecidos pela CETESB. O Laudo é realizado a partir da coleta de uma amostra de fumaça através do equipamento de medição Bomba Gravimétrica com ou sem Sonda.

Como será elaborado o trabalho?

Verificação visual de emissão atmosférica;
Verificação com Bomba Gravimétrica com Sonda;
Porte das instalações;
Máquinas e Equipamentos presentes no ambiente avaliado;
Verificação do Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;
Análise de emissões atmosféricas advindas dos equipamentos;
Adequação às recomendações do fabricante;
Níveis de emissão descrito pelo fabricante;
Conformidade dos níveis de emissão atmosférica com as Normas Regulamentadoras;
Documentação referente à emissão de poluentes;
Histórico de laudos de conformidade;
Validade das vistorias, laudos, prontuários;
Procedimentos Ocupacionais;
Caldeiras;
Fornos;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Registro de Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Validade: 1 ano

RTRE – RELATÓRIO TÉCNICO DE RUÍDO EXTERNO

O Relatório tem por objetivo avaliar os níveis de pressão sonora emitidos pelas atividades desenvolvidas.Consiste em realizar as medições do Nível de Ruído Ambiente (LRA ) nos RPC’s (Responsabilidade Pós Consumo) com base nos critérios estabelecidos pela Norma NBR 10151 “Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade” da ABNT, de junho de 2019, que estabelece o “Procedimento de medições de níveis de ruído em sistema lineares de transportes”:
A Avaliação de impacto de ruído nas atividades de ferrovia devem ser efetuadas através de Estudo de Previsões de Níveis de Ruído, considerando a topografia da região, faixa de domínio e ventos predominantes, etc.

Como será elaborado o trabalho?

Este estudo é elaborado com base em metodologia científica, utilizando-se a modelagem matemática como ferramenta de previsão (software específico, desenvolvido para esta finalidade);
Esclarecer se as emissões de níveis de ruído obtidas no “Estudo de Previsão de Níveis de Ruído” irão atender aos padrões estipulados pela NBR da ABNT, observando o uso e ocupação do solo nos pontos de medição.
Caso na previsão de níveis de ruído sejam apontados níveis acima dos padrões estabelecidos, será apresentada proposta de melhorias para implantação de medidas mitigadoras de ruído de forma a atender a legislação vigente;

“NBR 10151.4.2 Calibrador acústico: O calibrador acústico deve atender às especificações da IEC 60942, devendo ser classe 2, ou melhor.
4.3 Calibração e ajuste dos instrumentos:
O medidos de nível de pressão sonora e o calibrador acústico devem ter certificado de calibração de Rede Brasileira de Calibração (RBC) ou do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO), renovado no mínimo a cada dois anos.

Uma verificação e eventual ajuste do medidor de nível de pressão sonora ou do sistema de medição deve ser realizada pelo operador do equipamento, com o calibrador acústico, imediatamente antes e após cada medição ou conjunto de medições relativas ao mesmo evento.”

Validade: 1 ano

RTVE – RELATÓRIO TÉCNICO DE VIBRAÇÃO EXTERNA – CETESB

O RTVE, tem por intuito verificar as inconformidades do ambiente avaliado com as Decisão de Diretoria da CETESB, aplicáveis à vibração externa, uma vez que esta possui um limite aceitável de emissão para garantir a saúde e bem-estar de todos os envolvidos nos processos realizados no ambiente avaliado.

Como será elaborado o trabalho?

Medição dos níveis de vibração;
Checagem dos itens de segurança;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Limites ambientais para vibração;
Avaliação preliminar da exposição;
Tempo máximo de exposição;
Máquinas e Equipamentos presentes no ambiente avaliado;
Identificação das Fontes emissoras de vibração;
Adequação às recomendações do fabricante;
Documentação referente aos níveis de vibração;
Conformidade com os Níveis de vibração aceitáveis;
Histórico de laudos de conformidade;
Validade das vistorias, laudos, prontuários;
Quantificação dos danos causados;
Registro dos certificados de calibração;
Quantificação da incomodidade gerada;
Fundamentos Normativos;
Registro fotográfico;
Registro de Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Validade: 1 ano

PIM – PLANO DE INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO – NR.12

Consiste em elaborar um levantamento dos sistemas de segurança a serem implantados ou já contemplados nas máquinas e equipamentos, unindo assim todos os dados em um sistema de auditoria já realizado e armazenado pela empresa.

Como será elaborado o trabalho?

Avaliação técnica das medidas de segurança que devem ser efetuadas em prensas e similares, com o objetivo de assegurar proteção aos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com uso de pontes rolante;
Conta na avaliação uma planta baixa e relação com todos os equipamentos, os quais são identificados e descritos individualmente, constando:
Tipo de ponte ou equipamento similar;
Modelo;
Fabricante;
Ano de fabricação;
Capacidade;
Consta na avaliação, a definição dos Sistemas de Proteção, para cada ponte ou equipamento similar, devendo conter seu princípio de funcionamento;
A implantação dos Sistemas para cada ponte ou equipamento similar deve ser acompanhada de cronograma, especificando-se cada etapa e prazo a ser desenvolvida;
O Plano de Manutenção de cada ponte ou equipamento similar deve ser registrado em livro próprio, ficha ou informatizado;
O profissional coordenador acompanhará a implementação da avaliação, em todas as suas fases, sendo co-responsável pela eficácia das medidas de proteção implantadas;
Nível de Ação;
Registro de dados;
Fundamentos Legais e Normativos de Apoio;
Considerações Gerais;
Politíca;
Conceitos básicos;
Responsábilidades;
Fundamentos Preventivos:
Personalidade;
Falha Humana;
Condição Insegura;
Outros Fatores que Propiciam o Ato ou Condição Insegura;
Planejamento e Desenvolvimento do Trabalho Correto
Comitê de Avaliação;
Providências adotadas Referente aos:
Acidentes;
Eliminação das Causas de riscos/Acidentes;
Educação e Treinamento;
Documentos de Composição do Relatório Técnico;
Locais da Avaliação;
Controle/Treinamento e Fiscalização;
Natureza do Trabalho;
Interessados;
Data e Horário das inspeções e avaliações;
Acompanhantes/Informantes;
Características construtivas / Edificações da Empresa / Características Operacionais da Empresa;
Considerações Técnicas de avaliações;
Medidas de Proteção;
Fundamentos Legais e Normativos de Apoio;
Definições;
Verificação do Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Validade: 1 ano

RTIT – RELATÓRIO TÉCNICO DE INSPEÇÕES TUBULARES

A função do Relatório de Inspeção de Tubulações é verificar e identificar os defeitos antes que eles causem danos sérios, garantindo uma operação estável e reduzindo os riscos de acidentes.
As Tubulações são vulneráveis a corrosão, rachaduras, danos por terceiros e defeitos de fabricação são examinadas por visual externo: conexões, registros, válvulas, curvas, roscas; emendas; hidrantes, etc;
Pode ser necessária a inspeção interna da Tubulação com câmeras, caso esteja vazio. O Veículo de Inspeção tele comandado não tripulado é usado para: inspeções de galerias pluviais, dutos de ar condicionado, e toda forma de tubulação onde é necessária a inspeção de difícil acesso.

Como será elaborado o trabalho?

a) identificação da(s) linha(s) ou sistema de tubulação;
b) fluidos de serviço da tubulação, e respectivas temperatura e pressão de operação;
c) data de início e término da inspeção;
d) tipo de inspeção executada;
e) descrição dos exames executados;
f) resultado das inspeções;
g) parecer conclusivo quanto à integridade da tubulação, do sistema de tubulação ou da linha até a próxima inspeção;
h) recomendações e providências necessárias;
i) data prevista para a próxima inspeção;
j) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do PH e nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.

Validade: 1 ano

RTIC – RELATÓRIO TÉCNICO DE INSPEÇÃO EM CALDEIRAS – NR.13

O que é Laudo de Caldeira na NR13? … Esse relatório é um registro de segurança que deverá constar a data e o tipo de inspeção realizada e os demais itens avaliados conforme a inspeção recolhendo uma assinatura de um operador da caldeira comprovando a inspeção e adequação da NR13.

Como será efetuado o trabalho?

Analise da documentação técnica;
Enquadramento;
Classificação do equipamento;
Inspeção Visual Externa;
Inspeção Visual Interna;
Teste Hidrostático e/ou Inspeção com ultrassom;
Registro Fotográfico;

NR – 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulação;
ABNT NBR 16035 – Caldeiras e vasos de pressão — Requisitos mínimos para a construção;
ABNT NBR 16342 – Ensaio não destrutivo – Ultrassom – Inspeção de tubos de trocadores de calor e caldeiras pela técnica IRIS;
ABNT NBR ISO 16528 – Caldeiras e vasos de pressão;

LTIP – LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE – NR.15 E 16

O laudo de periculosidade é um documento técnico que indica quais atividades são desenvolvidas por um empregado dentro de uma empresa, se sua função o coloca em risco ocupacional e se isso concede ao empregado o direito de receber o pagamento adicional de periculosidade.

Como será executado o trabalho?

Informações do Local;
Verificação de Insalubridade;
Dados do estabelecimento;
Práticas realizadas na Instalação;
Locais de produção ou comercialização;
Descrição do Porte das instalações;
Descrição dos ambientes de trabalho;
Descrição dos serviços realizados;
Descrição dos postos de trabalho;
Avaliação de periculosidade;
Descrição dos Níveis de ruído;
Descrição dos Níveis de vibração;
Tipo de Periculosidade;
Segurança patrimonial;
Segurança pública ou privada;
Riscos à saúde por ação mecânica;
Periculosidade com máquinas e equipamentos;
Máquinas e Equipamentos presentes no ambiente avaliado;
Documentação referente ao maquinário;
Equipamentos de proteção adequados à tarefa;
Descrição da exposição ao risco;
Riscos à integridade física do trabalhador;
Periculosidade por fator externo;
Dados sobre a avaliação ambiental;
Presença de agentes nocivos;
Descrição das medidas de proteção ambientais presentes;
Riscos biológicos;
Histórico de laudos de conformidade;
Validade das vistorias, laudos, prontuários;
Procedimentos Ocupacionais;
Descrição da iluminação no ambiente de trabalho;
Responsabilidades administrativas vigentes;
Descrição dos Sistemas de proteção existentes;
Medidas de redução da exposição ao risco executadas;
Aptidão dos profissionais;
Checagem dos itens de segurança;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Registro de Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nota: Este Documento atende exclusivamente as exigências da Secretária de Inspeção do Trabalho (SIT).

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR-09 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
NR-15 – Atividades e Operações Insalubres;
NR-16 – Atividade e Operações Perigosas;
ABNT NBR 14725 – Produtos químicos – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Validade: 1 ano